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sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Exposição Ekos de Dakar
Márcia Guena











Realizada na Caixa Cultural Salvador, a exposição Ecos de Dakar da Jornalista, Professora e pesquisadora Márcia Guena retrata uma exposição ancestral, onde a pesquisadora vai buscar suas origens, retratando-a em uma seção de fotos espetaculares.
A idéia é passar através do conjunto de imagens, transmitir sensações, impressões sobre uma determinada circunstância. Essas impressões dilatam-se, do obvio ao obtuso, podendo chegar a um nível máximo do subjetivo, uma espécie de abstração visual.





Márcia Guena consegue apresentar suas mais intimas e espontâneas admiração sobre os moradores das cidades do Senegal e seus costumes. Mesmo sem a utilização das regras clássicas da fotografia, Márcia consegue criar novas e autenticas narrativas.
A forma visual de Ecos de Dakar demonstra a pretensão da autora: Uma exposição fotográfica de sentimentos e memórias guardados em retângulos fotosensibilizados por suaves luzes que destacam os corpos negros, paredes ocres e folhas verdes de sumo e diários em meios às tantas sensações vivenciadas ao longo de sua busca por explicação sobre a diáspora brasileira.


Rio Senegal


A praia

O tempo


Pescador



As fotos vão apresentando as formas culturais e cada lugar visitado por Márcia Guena. Ela se impressiona com a variedade das cores do estampado das roupas das mulheres.

“Ao chegar em Dakar as cores se impõem sobre todas as coisas. Os tecidos coloridos, os ônibus, as casas, a menina vendendo uma espécie de geladinho, bem baiano. Tudo leva Cor. O mercado Sandanga, localizado em Dakar é a melhor representação disso. Lá se vende de tudo, mas o que de fato chama a atenção e a seção de tecidos. Nas mais variadas padronagens, cores e textura, os tecidos enchem os olhos. A grande industria do Senegal. No mercado mesmo é possível encontrar uma roupa. Lá estão os costureiros com suas maquinas trabalhando o dia inteiro. Em uma mesma loja o freguês pode escolher a padronagem, os detalhes e desenhar o modelo com o costureiro. É só voltar dois dias depois e pegar o vestido”



De fato somos seres que nos entregamos e fascinamos pela imagem. Imagem que condena, informa, deforma, transforma, maravilha etc. Imagem captada, pensada ou ate mesmo nem imaginada. A imagem que pela sua singularidade e estratégia de ser a mensageira da verdade nos engloba e nos ganha.

Assim definimos a exposição Ecos de Dakar, vale a pena conhecer e viajar em seu cenário que ilude, traz fantasias e nos faz pesar.

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Trabalho sobre a exposição da jornalista, Professora e pesquisadora Márcia Guena, realizada na Caixa Cultural Salvador destinado a matétia de Estética da Professora Giovana Dantas do curso de Jornalismo Das Faculdades Jorge Amado.













Criatividade Processos criativos





O que é criatividade?

Para alguns autores seria um conceito relativo: formação de um produto novo, reelaboração e aperfeiçoamento de idéias. A criatividade faz parte de um processo que abrange a nossa vivência, a nossa experiência de vida e o modo como encaramos o mundo ou absorvemos o que acontece conosco ou ao nosso redor .






Antes de tudo é necessário o fazer. A criação exige do indivíduo ação e atuação, questionamentos e decisões, pesquisa e reflexão.







Desfazendo os mitos:


- Todo ser humano é criativo (alguns mais, outros menos);
- Preparação do indivíduo: conhecimento, dedicação, esforço, envolvimento, trabalho prolongado, persistência.
- Características do ambiente social: grau de reconhecimento dado ao criador e à criação.
- Técnicas adequadas: brainstorm, sinética, listagem de atributos, etc.




Desenvolver o potencial criativo nada mais é do que uma questão de exercício, quando se tem receptividade e a prática constante da luta pela efetivação de idéias.
- O homem é produto de sua época;
- Ao reformular antigos conceitos surgem novos valores e outras possibilidades de realização artística para o individuo;
- Os mistérios da imaginação e da criatividade através da ciência .




Valores e contextos culturais




Freud explica que o trabalho de um artista era a sublimação de um indivíduo que quando ele se depara com seu insucesso;
Tchaikovsky queixa- se da sua falta de habilidade técnica.















Para o físico Helmholtz, as idéias felizes chegam inesperadamente, sem esforços, como numa inspiração.







"Cada idéia possui uma matriz central." Arthur Koestker


Ampliação do imaginar

A imaginação criativa foi definida como o pensar especifico sobre um
fazer concreto, ela nasce a partir do interesse, do entusiasmo de um indivíduo pelas possibilidades maiores de certas matérias.
Vicios de considerar que a criatividade só existe nas artes, deforma toda realidade humana.
Para poder ser criativa a imaginação necessita identificar como uma materialização, cria afinidade com linguagem especifica..

Espontaneidade e liberdade

Ser espontâneo é no sentido amplo que a palavra tem é poder ser livre, ser livre é poder ocupar todos os espaços da vida.
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Trabalho sobre Criatividade e Processos Criativos, destinado a matéria de Estética da professora Giovana Dantas do curso de Jornalismo das Faculdades Jorge Amado.
TICs
Ambiente Colaborativo


É um ambiente virtual, que deve oferecer suporte institucional, permitindo o cadastramento de curso, professor, aluno, grupo e de auxiliar de didático.

No cadastramento de um curso, o professor (autor) deverá fornecer informações pessoais e uma descrição detalhada do programa do curso que deverá observar entre outros a ementa, os objetivos, os tópicos a serem cobertos, o cronograma de atividades, a metodologia a ser adotada, a bibliografia, a forma de avaliação e os pré-requisitos que o aluno deve ter para participar do curso.

O cadastro do aluno é realizado no momento em que ele se inscreve como interessado em um curso. Ao se inscrever, o interessado deve fornecer os dados acadêmicos solicitados e relatar sua experiência prévia com o intuito de demonstrar que possui os pré-requisitos exigidos. Com base em tais informações o professor (autor) fará a seleção dos alunos aceitos.

O ambiente colaborativo disponibiliza espaços como:

- Espaço para trabalhos em grupos
Áreas coletivas de trabalhos com controle de acesso e ferramentas adequadas para gerenciar as atividades do grupo.

- Espaço para estudo individual

Área de trabalho onde o aluno produz seus trabalhos pessoais.

- Espaço do professor (autor)

Espaço onde o professor posta as informações como: textos, imagens, vídeos, sons etc.

- Espaços para debates

Possibilita a interação entre alunos com intervenções do professor com o objetivo de incentivar, trazer novas questões, sugerir novas referencias bibliográficas etc.

- Espaço para uma comunidade virtual

Áreas de convivência virtual onde os participantes poderão criar e também modificar, por exemplo objetos virtuais, locais, personagens.

- Espaço público

Espaço para a apresentação de trabalhos e seminários de varias formas como, texto hipertexto, imagens, áudio, vídeo, etc.

- Espaço de monitoramento de trajetórias pedagógicas

Espaço onde o professor (autor) terá acesso para consultar informações sobre as trajetórias pedagógicas, tanto de seus alunos e grupos como a sua própria. O aluno também terá acesso restrito a ele e ao professor (autor) sobre as informações individuais especificas registradas no espaço de monitoramento.





Amazenamento Virtual


O serviço de armazenamento virtual permite salvar arquivos online. Caso se tenha acesso à Internet, pode se ter acesso aos arquivos pessoais no site de armazenamento virtual.

- Vantagens

Retira automaticamente as suas informações de casa ou do escritório, possui software de backup e download.

- Desvantagens

Pode ser preciso pagar uma mensalidade para efetuar o backup e armazenar as informações. Se os servidores da empresa ficarem inativos, talvez não consiga acessar seus arquivos, caso a empresa for atacada por hackers, suas informações podem ser furtadas e se a empresa encerrar suas atividades, você perderá o seu recurso de backup.

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Trabalho sobre as TICs, destinado a matéria de Educação e Tecnologia da professora Elisangela Sandes do curso de Jornalismo das Faculdades Jorge amado.

domingo, 25 de novembro de 2007

JORNAL DA BAHIA








... 36 ANOS DE HISTÓRIA ...














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Jornal da Bahia - 36 anos de Hitória






- O começo e o perfil do proprietário



O Jornal da Bahia inicia suas atividades no dia 21 de setembro de 1958, sob
a direção do deputado, João falcão, diretor e dono do jornal. Uma equipe de jovens jornalistas igualmente entusiasmada, estava preparada para a tarefa de se criar um jornal visando em primeiro plano o aperfeiçoamento do regime democrático, sendo porta voz dos anseios da


Bahia, de suas forças produtoras, de seu movimento cultural e de todo o povo.

Um jornal independente e imparcial, livre da manipulação de grupos políticos, econômicos e financeiros, para que possa antes de tudo, ser órgão de ampla liberdade de opinar, noticiar e combater se preciso for, fora e acima de partidos e facções, mas sempre presente a todos os problemas fundamentais do estado sem discriminação nem limitações.

Nascido em 1919, na cidade de Feira de Santana, João Falcão formou-se em direito, é jornalista, atuou no ramo empresarial e bancário, além de ter sido deputado federal. A idéia de criar o Jornal da Bahia foi discutida na câmara federal em 1956, entre ele e seus colegas políticos de bancada baiana, Octávio Mangabeira e Nestor Duarte. Falcão na posição de deputado federal tinha tudo a seu favor, o seu poder e o poder dos colegas políticos formadores de opinião.


- Situação histórica do País e na Bahia no lançamento do jornal

O Jornal da Bahia nasceu num momento especial da história do país. O Brasil e a Bahia procuravam romper a estagnação em que viviam. O governo do presidente Juscelino Kubitschek, empossado em 1956, havia lançado o slogan desenvolvimentista de “50 anos em 5”. JK estava construindo a nova capital da República, Brasília, implantando a indústria automobilística e um parque industrial no Brasil. Os resultados desta política alcançaram à expressiva taxa de 7% do crescimento do PIB. A euforia dominava todos os setores da vida nacional e a Bahia estava inserida naquela conjuntura progressista.

Com o surgimento da Petrobrás em 1953, definitivamente, pois de fato concreto a existência do Petróleo no país. Começou a desenvolver-se na Bahia em 1961 o parque industrial de extração, do refino e do transporte do combustível. Com abundância da energia elétrica de Paulo Afonso, com as possibilidades de exploração cientifica, o aproveitamento industrial de seus tradicionais produtos agrícolas e podendo ser o centro do movimento turístico nacional, a Bahia tinha grandes possibilidades de desenvolver-se e tornar-se um dos mais importantes estados da federação brasileira.

Essas condições favoráveis trousse o investimento de homens da mais ampla visão e o aparecimento de novos empreendimentos compromissores, como a fundação de indústrias nos mais variados campos como as de nitrogênio, cimento, papel, frigoríficas, indústrias extrativas etc. Não somente os investimentos locais afloraram o mercado interno, mas também capitais estrangeiros, que buscam no Brasil uma alternativa de melhores condições para os seus investimentos.


- Projeção histórica ao longo do tempo (Fato Jornal da Bahia x ACM)

De 1971 a 1975 a vida do jornal da Bahia foi marcada por uma intensa e desesperada luta para sobreviver, resistindo bravamente aos quatro anos do governo de Antonio Carlos Magalhães.
O bloqueio econômico ao jornal, através de pressões exercidas junto a anunciantes por ACM, acabou provocando a perda de 95% dos mesmos, tanto a nível local como nacional. O resultado foi a diminuição das paginas da edição diária. Em media o jornal circulava com 24 paginas e esse numero caiu pela metade para 12 paginas e às vezes nem isso. Como a firmeza do governador contra o Jornal da Bahia era cada vez mais intensa, a direção do jornal intensificou o processo de redução de despesas. Foi ai que o jornal viu-se obrigado a dispensar funcionários e reduzir drasticamente as despesas.

As pressões de Antonio Carlos Magalhães não ficaram apenas no terreno econômico, cerca de cinco processos, supostamente baseados na lei de impressa, foram destinados ao jornalista João Falcão. Além disso, outro processo com invocação na lei de segurança nacional foi destinado ao então redator chefe João Carlos Teixeira Gomes. Como o Jornal da Bahia não recuava sua posição independente o Governador Antônio Carlos Magalhães passou ao terrorismo. Na madrugada de 12 de janeiro de 1973 o diretor João falcão sofreu um atentado a bomba, quando saia do edifício de um amigo. Nada foi apurado, como era já se esperava. Apezar do susto a pessoa que lançou a bomba de dentro de um veiculo errou o alvo.

- Processo evolutivo

A maquina de impressão adquirida pelo jornal da Bahia era uma antiga Marinoni italiana de 1917, comprada às cegas, pois quando foi ser desencaixotada esperava-se uma Man em cores seminova. O jornal se encontrava numa difícil realidade, rodar um jornal novo com uma impressora tão antiga. Apezar da má impressão o jornal trazia notáveis inovações: Linguagem objetiva, uma técnica de redação atualizada, farto noticiário, apresentação gráfica moderna e uma paginação inteiramente evolucionária.

- Modernização


A preocupação com a constante inovação fez com que o Jornal da Bahia adquirisse uma verdadeira Man, que permitiu circular com roupagem nova, introduzir outras modificações na apresentação e realizar novas inovações. Pela primeira vez a técnica do Lead foi introduzida na Bahia.

No dia primeiro de março de 1970 o Jornal da Bahia começava uma nova era, a compra da impressora Gors-Urbanit, um completo e eficiente equipamento “off_set’’ que tinha a capacidade de imprimir 40 mil jornais por hora. O jornal começa a circular com 24 páginas.

Pela primeira vez com impressão off_set, o Jornal da Bahia atingia um moderno padrão gráfico, era o que havia de mais novo na técnica de imprimir jornal, apenas três jornais no Brasil possuíam essa impressora, o que levou o Jornal da Bahia graficamente ao nível dos grandes jornais Brasileiros.

- A decadência

Em outubro de 1990, o Jornal da Bahia, tornou-se um jornal popular, feito com chamadas e noticias sensacionalistas, fotos pornográficas apelativas e fofocas ridículas da tevê.

O Jornal da Bahia teve a sua ultima publicação no dia 22 de fevereiro de 1994. O fim não foi conseqüência dos quatro anos mais duros do governo de Antônio Carlos Magalhães, mas sim de uma lenta decadência ao longo dos anos, conseqüente em grande parte do seu ódio perseguidor.


Bibliografia: Livro Edição Especial do Vigésimo Aniversário do Jornal da Bahia (Set. de 78)
http//observatório.ultimosegundo.ig.br/artigos.asp?dod=401azl001
Esse trabalho foi destinado a matétia de Hitória do Jornalismo da professora Márcia Guena, do meu curso de Jornalismo nas Faculdades Jorge Amado